25 de agosto de 2011Pit Stop

A volta por cima

Depois de um ano de provações no sofrível carro da Hispania, que em algumas provas conseguia a façanha de ser mais lento que o pole da GP2, Bruno Senna está de volta à Fórmula 1. Desde o início do ano desempenhando o papel de reserva da Renault-Lotus, o brasileiro aceitou sem pestanejar a opção do time pelo alemão Nick Heidfeld, antes mesmo do começo da temporada, quando o titular Robert Kubica se machucou seriamente numa prova de rali. No entanto, após dez etapas, a experiência de mais de 180 corridas de Nick não surtiu o efeito desejado pelos dirigentes no acerto do carro. Para completar, ele ainda vinha sendo superado pelo limitado russo Vitay Petrov nas classificações.

Ajudado por um aporte financeiro de investidores brasileiros, Bruno ganhou uma chance de mostrar suas qualidades nas próximas duas corridas, na Bálgica e na Itália. Algo que ele considera uma verdadeira estreia, por ter, enfim, a oportunidade de andar num carro mais competitivo e numa pista tão especial como Spa. Bruno falou sobre a pressão e sobre o saudosismo dos fãs de seu tio Ayrton, que verão, depois de 25 anos, um Senna guiando um carro de F-1 preto e dourado com a marca da Lotus estampada na carenagem.

Centrado, com os pés no chão, Bruno se exime de cobranças, mas se diz excitado com a ideia de guiar o R31 como titular pela primeira vez. As declarações estão neste vídeo divulgado nesta quinta-feira pela equipe contendo uma pequena entrevista com o piloto.

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Jornalista, 35, blogueiro, carioca, taurino, apaixonado e pseudopiloto de kart.